quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Today is Fela Day!

domingo, 4 de outubro de 2009

Mercedes Sosa - Gracias a La Vida

San Miguel de Tucumán, 9 de julho de 1935 — Buenos Aires, 4 de outubro de 2009

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Laerte

domingo, 20 de setembro de 2009

Mayra Andrade - Stória, Stória...

O segundo disco dessa jovem divindade caboverdiana, com participação ainda maior da música e de músicos do Brasil, incluindo arranjos do maestro Jaques Morelenbaum, é também um passeio por ritmos e compositores do arquipélago africano. Um álbum, segundo a própria, com a "marca de muitas viagens". E já que estamos falando de viagens, aproveito a ponte aérea com a África pra avisar que, a pedidos do amigo Fabrício, restaurei os links para os discos desse continente tão grande e fértil (aqui!). Não tenho tempo de restaurar todos os discos que saem do ar, mas se quiserem algum em especial, é só pedir que farei o possível pra resolver.

This young Cape Verdean divinity's second album, with an even greater participation of Brazilian music and musicians, including orchestration by maestro Jaques Morelenbaum, also presents a tour through rhythms and composers from the African archipelago. An album, according to Mayra herself, bearing the "mark of many voyages". And speaking of voyages, I'll fly this airbridge to Africa and announce that, as requested by my friend Fabrício, I have fixed the links to all previously posted albums from this enormous and fertile continent (here!). I haven't got the time to fix all broken links, but if you want an album in particular, feel free to ask for it and I'll do my best to get it working again.

(download Stória, Stória...)

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Ukulele Orchestra of Great Britain - Life on Mars?

minha orquestra de ukuleles preferida faz sua versão da obra-prima que dá nome ao blogue, com intervenções interessantes de frank sinatra, stevie wonder e the who...

my favorite ukelele orchestra covers the masterpiece from which the blog's name was taken, with interesting interventions by frank sinatra, stevie wonder and the who...

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Fever Ray

Como já disseram um dia no Flying Circus de Monty Python, “e agora, para algo completamente diferente.” Faz tempo que não posto nada de eletrônico por aqui, mesmo porque não tenho escutado quase nada de eletrônico. Aliás, não tenho escutado quase nada de nada. Talvez esse seja meu retorno ao eletrônico sombrio de outrora (acho que a única coisa eletrônica mais dark do que isso que postei por aqui foi Amon Tobin). E por falar em retornos, para se gostar de Fever Ray, é preciso ter um pezinho em Kate Bush, em Depeche Mode, enfim, um pezinho na popeira soturna oitentista. Senão, é melhor nem ouvir. Fever Ray, Sueca, também conhecida como Karin Dreijer, integrante, com seu irmão Olof Dreijer, do duo The Knife, uma mulher misteriosa e bizarra. Eu gosto.

As was once said on Monty Python’s Flying Circus, “and now, for something completely different.” It’s been a while since I’ve posted any electronic music around here, probably because it’s been a while since I’ve listened to much of it. Actually, it’s been a while since I’ve listened to much of anything. This might actually be my return to dark electronic music (I believe the only electronic music I’ve ever posted around here that was darker than this was Amon Tobin). And speaking of regressions, you need to have a certain affinity for Kate Bush, for Depeche Mode, in other words, a certain affinity for gloomy 80s pop, to enjoy Fever Ray. If you don’t, you might as well not even try it. Fever Ray, Swedish, also known as Karin Dreijer, a member, along with her brother Olof Dreijer, of the duo The Knife, a mysterious and bizarre woman. I like it.

Fever Ray



sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Karen Dalton - Blues Jumped The Rabbit

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Tom Waits - King Kong

Tom Waits canta Daniel Johnston!

Tom Waits sings Daniel Johnston!

Karen Dalton - In My Own Time/ Green Rocky Road

A identidade musical de uma geração é muitas vezes confundida com o trabalho dos artistas que conseguiram permanecer sob os holofotes das gerações seguintes. Alguns dos músicos mais geniais e influentes de uma época podem, por algum motivo, acabar sendo deixados de fora dessa equação, esquecidos por anos, e as vezes pra sempre. Por sorte, volta e meia alguém acende novamente o holofote de uma figura dessas, ajudando os que vieram depois, ou os que já se esqueceram, a reconstruir e revisar a história da música. É o caso da Karen Dalton, que apesar de ter morrido apenas em 1993, parece ter sido esquecida por tempo demais em algum barzinho da Greenwich Village dos anos 60. Apenas recentemente, seus únicos dois discos de estúdio, um de 69 e um de 71, foram relançados, acompanhados de mais dois novos, um com um show e outro com gravações caseiras. Se não fosse por isso, a mulher que Bob Dylan disse “cantar como Billie Holiday e tocar violão como Jimmy Reed” poderia ter sido esquecida pra sempre. Coloco aqui o segundo disco de estúdio e o de gravações caseiras.

Em sua volta triunfal, o blogue agora conta com postagens bilíngües!:

The musical identity of a generation is frequently mistaken for the work of artists who have managed to remain under the spotlight of the following generations. Some of the brightest and most influential musicians of a period can, for some reason, end up being left out of this equation, forgotten for years, and sometimes forever. Luckily, every once in a while somebody decides to turn on the spotlight over one of these people again, helping those who came after, or those who have forgotten, to rebuild and rewrite the history of music. Such is the case of Karen Dalton, who, despite having died only in 1993, seems to have been forgotten for too long in some little bar in 1960s Greenwich Village. Her two studio albums, one from 69 and the other from 71, have only recently been re-released, along with two new ones, featuring a concert and some home recordings. If not for that, the woman Bob Dylan claimed had a “voice like Billie Holiday and played guitar like Jimmy Reed” might have been forgotten forever. I am posting both her second studio album and the one with home recordings.

In My Own Time






Green Rocky Road

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Novidade em Marte!


caros ouvintes,

apesar do fraco movimento musical que combaliu este pobre planetinha nos últimos tempos, e do meu confesso descaso com sua triste condição, trago-lhes uma novidade que pode ajudar a dar um novo sopro de vida a este solo marciano. tá aí do lado, é cinza, e mais ou menos como uma radiola. você aperta o botãozinho e ela toca umas melodias formosas, uns ritmos bacaninhas. não prometo nada muito coerente, mas vou tentar ao menos manter a rotatividade. quinzenalmente, quem sabe? enquanto isso, juro que já vou botar novos discos pra baixar. é que o rio, nesse calor, dá uma preguiça...

... ah, também dei uma geral nos vídeos. vários tavam fora do ar.

sábado, 3 de janeiro de 2009

Covers de Jaques Brel

Juntei numa pasta os melhores covers que encontrei do trovador maior da língua francesa, o belga Jaques Brel. Uma seleção completamente subjetiva: canções, traduzidas ou não, repetidas por diferentes intérpretes, ou até intérpretes repetidos (o Bowie merece, ainda mais por aqui), em versões que vão de Nara Leão a Nina Simone, de Sinatra a Nirvana (numa versão gravada no Rio, aliás).

1. The Desperate Ones (Les Désespérés) - Nina Simone
2. Seasons In The Sun (Le Moribond)- Nirvana
3. Jackie (La Chanson de Jacky)- The Divine Comedy
4. Amsterdam- David Bowie
5. La Colombe- Nara Leão
6. Next (Au Suivant)- The Sensational Alex Harvey Band
7. If You Go Away (Ne Me Quitte Pas)- Frank Sinatra
8. Le Moribond / My Family's Role In The World Revolution- Beirut
9. La Chanson des Vieux Amants- Pumajaw
10. Bitte Geh Nicht Fort (Ne Me Quitte Pas)- Marlene Dietrich
11. Amsterdam- The Dresden Dolls
12. Seasons In The Sun (Le Moribond)- Terry Jacks
13. My Death (La Mort)- David Bowie

- baixe aqui -

Flying Lotus- Camel

sábado, 22 de novembro de 2008

Johnny Cash e Louis Armstrong - Blue Yodel No. 9

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Mayra Andrade - Navega

Cabo-verdiana, nascida em Havana, criada ainda entre Alemanha, Senegal, Angola, habitante da França, iluminada pela música brasileira. Um alegre carinho para os ouvidos.


baixe aqui

sábado, 4 de outubro de 2008

Marissa Nadler- Famous Blue Raincoat (Leonard Cohen)


Marissa Nadler - Famous Blue Raincoat from Greg Eggebeen on Vimeo.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Links Restaurados

Repostei os seguintes discos, que estavam fora do ar:

- Sila and The Afrofunk Experience

- Old Crow Medicine Show

- Bombay The Hard Way (DJ Shadow, Dan The Automator, Kalyanji e Anandji Shah)

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Clara Rockmore- Lost Theremin Album

O teremin não é um instrumento singular apenas pela sua sonoridade e forma de tocar. A sua história, e a de seu criador, Léon Theremin, é cheia de mistérios e bizarrices. Durante a Guerra Civil Russa, enquanto desenvolvia sensores de movimento, Theremin acabou criando o que seria um dos primeiros instrumentos de música eletrônica da história. Lênin aparentemente ficou tão fascinado com o aparelho que, além de distribuir 600 teremins por toda União Soviética, começou ele mesmo a fazer aulas do instrumento. Rodando o mundo com sua nova invenção, Theremin acabou se mudando para os EUA em 1928. Lá conheceu a virtuosa, e também soviética, Clara Rockmore, que havia abandonado o violino por conta de uma doença dos ossos, e começou a trabalhar intensamente com ela, refinando e aperfeiçoando o teremin. Desenvolveu também diversos outros instrumentos eletrônicos, e iniciou um estudo com a Companhia Negra de Ballet sobre o uso de sensores de movimento na dança, que provocariam reações de som e luz. Em 1938, Theremin voltou para a União Soviético sob circunstâncias misteriosas, possivelmente raptado pela KGB, e trabalhou durante décadas desenvolvendo aparelhos de espionagem. Só ressurgiria para o resto do mundo um pouco antes da sua morte, quando, em 1989, se reuniu à Clara Rockmore e apresentou concertos na França e nos EUA. O disco que postei aqui tem versões de vários clássicos tocados por Clara Rockmore no teremin, inclusive a ária das Bachianas Brasileiras n°5, de Villa-Lobos.

-baixe aqui-

domingo, 28 de setembro de 2008

Booka B- Basementality



Booka B é um pintor, músico, produtor e professor de arte de Minnesota, nos EUA. Segundo o próprio, seu estilo de pintura foi originalmente inspirado por revistas de skate, graffiti, capas de discos, e os desenhos de seu irmão. Sua música, carregada de batidas quebradas de hip hop, texturas eletrônicas e melodias de jazz é boa trilha sonora pra seus quadros, muitas vezes pintados em pedaços velhos de madeira (veja outros trabalhos em seu portfolio). O disco postado aqui, Basementality, também pode ser baixado no myspace do artista.

- baixe o disco -

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Discos fora do ar!

Pessoas, sei que vários links de discos estão fora do ar, mas juro que vou tentar recuperar todos o mais rápido possível. Hoje restaurei Endtroducing... do DJ Shadow, Maurisstadt Dub e Del Rey. Podem baixar com vontade, que tá rolando. Fiquem de olho naquela caixinha amarela de comentários ao lado, que vou avisando por lá quando restaurar outros. Se quiserem muito um disco que esteja fora do ar, avisem, que tento dar prioridade. A casa agradece.

Massive Attack & Portishead- Risingson/ Glory Box

Representando Bristol, em alto estilo...